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UM POVO À RASCA


Quarta-feira, 16.05.12

Em clima tenso, Merkel e Hollande discutem propostas para superar a crise na Europa

BERLIM, 15 Mai 2012 (AFP) -A chefa do governo alemão, Angela Merkel, e o novo presidente francês, François Hollande, discutem nesta terça-feira em Berlim as propostas das duas maiores potências da Eurozona para reativar a economia e responder ao caos político que ameaça a permanência da Grécia no bloco.

O socialista Hollande, que quer renegociar o pacto fiscal europeu para incluir políticas de crescimento, voltou a afirmar sua vontade de "abrir uma nova via na Europa".

"Temos que pesar os problemas que devemos enfrentar: uma dívida massiva, um crescimento débil, um desemprego elevado, uma competitividade fragilizada e uma Europa que sofre para sair da crise", disse Hollande, que levará essas questões no final da tarde à Merkel, grande impulsionadora dos programas de ajuste.

Segundo analistas, os dois dirigentes deverão buscar um compromisso e o contexto exige entendimentos, uma vez que os ajustes não têm provocado as melhoras esperadas.

A própria Merkel, cujo partido CDU sofreu no domingo uma dura derrota nas eleições regionais, admitiu ser a favor do crescimento, com a condição de evitar novas espirais de endividamento.

O secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, deu "as boas vindas a este novo debate (sobre o crescimento) na Europa".

Segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira, na Eurozona, formada por 17 dos 27 países da União Europeia (UE), teve no primeiro trimestre de 2012 um crescimento nulo e evitou a recessão principalmente graças à resistência da economia alemã, que cresceu 0,5% com relação ao trimestre anterior e 1,7% em comparação com o mesmo período de 2011.

O PIB da Espanha teve uma queda trimestral de 0,3% e a França registrou um crescimento nulo.

No fundo da lista está a Grécia, em recessão há cinco anos, que teve uma queda de 6,2% de seu PIB interanual e está imersa em uma grave crise após as eleições legislativas de 6 de maio, que deixaram em minoria os partidos tradicionais, partidários dos ajustes impostos pela UE e pelo FMI em troca dos planos de resgate.

As últimas discussões para formar um governo de tecnocratas fracassaram e o país se encaminha para novas eleições, provavelmente em meados de junho.

"Desgraçadamente, vamos de novo para as eleições e sob condições muito ruins", disse o líder do socialista Pasok, Evangelos Venizelos, ao término de uma reunião dos principais responsáveis políticos com o presidente da Grécia, Carolos Papulias.

O euro baixava com força após o anúncio do fracasso das negociações gregas, recuando para baixo dos 1,28 dólar pela primeira vez em quatro meses.

As bolsas europeias, que abriram em alta, passaram a recuar pela tarde.

A Grécia conseguiu, apesar de tudo, captar nesta terça-feira 1,3 bilhão de euros em emissões de bônus a três meses, apesar de ter que pagar juros em alta, que chegaram a 4,34%, frente a 4,20% na última emissão similar de 17 de abril.

A Eurozona também tem sofrido com a fragilidade de seu setor bancário. Na segunda-feira, a agência classificadora Moody''s cortou a nota de 26 bancos italianos e dos quatro principais bancos espanhóis (Santander, BBVA, CaixaBank e Bankia, que se dirige para uma nacionalização parcial), anunciaram provisões extraordinárias por um total de 11,3 bilhões de euros.

O governo espanhol se comprometeu a acelerar uma avaliação independente do banco em menos de dois meses, para o que pediu a colaboração do Banco Central Europeu (BCE).

Merkel e Hollande também terão que acertar sua diferenças quanto ao papel do Banco Central Europeu (BCE) nas políticas de estímulo e sobre os prazos de retiro das tropas da Otan do Afeganistão.

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publicado por umpovoarasca às 12:00

Quarta-feira, 16.05.12

A verdade, para quem mais precisa da verdade

Emir Sader

O poeta alemão Bertold Brecht, em seu texto “As dificuldades para dizer a verdade” enumera uma série dessas dificuldades, até concluir pela última e mais importante: fazer chegar a verdade para quem mais precisa da verdade.

Como disse a Presidenta Dilma no seu histórico depoimento no Senado, na ditadura não há verdade, só mentira. A verdade só pode existir na democracia, porque é objeto da livre vontade das pessoas de dizer as coisas como realmente säo.

O Brasil tinha uma dívida com sua democracia: dizer a verdade do que aconteceu quando a democracia foi violentada, saqueada, sangrada, por militares golpistas e por todos os que os apoiaram e se beneficiaram da aventura ditatorial. A transição democrática necessita, para se completar, da versão oficial do que realmente aconteceu quando foi instaurado o pior momento da história republicana do Brasil.

A aprovação da Comissão da Verdade - e agora a nomeação dos membros que a compõem, - coloca a democracia brasileira em condições de conhecer a verdade do que foi feito, em nome do Estado brasileiro, durante a ditadura. Como, alguns valendo-se da força selvagem, em nome dos supostos interesses da “segurança nacional”, usurparam o Estado e todo seu poder – de armas a impostos, de capacidade de espionagem à de assassinato e desaparição dos corpos das vítimas, de cerceamento da verdade e imposição da mentira – liquidaram a democracia a duras penas construída pela cidadania e impuseram o reino do terror durante mais de duas décadas no Brasil.

Precisam da verdade, antes de tudo, as vítimas e seus familiares, que têm o direito de saber o que foi feito, quais os responsáveis por tudo o que foi feito em nome do Estado brasileiro contra os que resistiam à ditadura militar. Precisam saber o destino dos seus seres queridos, encontrar seus corpos e dar-lhes a respeitosa sepultura, honrando-os para sempre como mártires da luta pela democracia no Brasil.
Precisam da verdade os meios de comunicação que não se vergaram à convocação ao golpe militar, ao apoio ao terrorismo de Estado – a sua quase totalidade naquele época -, para cumprirem com seu dever democrático de dar a informação veraz dos fatos e resgatar a liberdade democrática a toda a informação, conspurcada por órgãos de imprensa que se dobraram diante do regime de terror, prosperaram com ele e se fizeram seus porta-vozes.

Precisa da verdade, sobretudo, a democracia, que só pode existir quando passa a limpo o que foi feito dela, em nome supostamente da sua defesa. Precisa da verdade, porque a democracia só existe com a verdade e a transparência.

Os membros da Comissão da Verdade nomeados pela Presidenta Dilma tem todas as qualificações e as condições de resgatar a verdade para a democracia brasileira e podemos estar certo que farão isso. O Brasil sairá melhor do seu trabalho, que merece todo o apoio, porque a democracia não tem medo da verdade e só existe plenamente na verdade.

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«Poderá dizer-se o mesmo de Portugal?»

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publicado por umpovoarasca às 10:36

Terça-feira, 15.05.12

Sanfoneiro toca New York, New York para salvar a vida

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publicado por umpovoarasca às 18:52

Terça-feira, 15.05.12

«NA ILHA DE BALI»

O desembarque na ilha de Bali é qualquer coisa de um encanto que jamais se poderá esquecer.

O solo desta ilha é de uma fertilidade extraordinária. Daí lhe vem a riqueza e variedade da sua flora e a beleza das suas paisagens.
Logo aos primeiros passos somos surpreendidos por um amroma suave e penetrante que nos dá uma agradável sensação de repouso e tranquilidade, como se estivessemos num mundo completamente diferente, sensação esta que nos acompanha durante toda a estadia na ilha.

Há anos, fui até à ilha e, deparando com este cenário, perguntei a um nativo de onde vinha aquele perfume, e ele apontou para uma árvore e explicou-me que era daquelas flores, chamadas «Tchampak», flores que abundam ali, crescendo espontaneamente, bem como a gardénia, de pétalas brancas e delicadas e também as mais raras e variadas qualidades de orquídeas.

Aqui, tal como em Java, há os melhores e mais diversos frutos, como a papaya, o ramboetan, o pikoelen, o coco… Cresce ali também a árvore do «bétel», cujas folhas, misturadas com cravo da Índia e uma papa de cal, os indígenas têm por hábito mascar.

Os habitantes de Bali, malaios, onde passou a civilização indú, são de uma docilidade de carácter, uma afabilidade única para com os visitantes estrangeiros. 

Muito hospitaleiros, mostram-nos com interesse os seus templos duma riqueza extraordinária, pois são hábeis escultores, em cujas mãos a pedra se transforma em verdadeira renda, predominando como ornato principal a «phénix», para eles ave sagrada.

Extremamente cultos e civilizados, executam preciosos brocados e trabalham com imensa arte a prata, os mármores e a madeira, da qual fazem estatuetas dos deuses para os santuários dos seus templos.

Toda a sua vida, a sua religião, é alegria, arte e poesia, manifestando um gosto e ouvido excepcionais para a música.
Eles próprios compôem os acompanhamentos musicais das suas célebres danças sagradas para as quais se começam a treinar as bailarinas aos quatro anos de idade.

O grupo chegou a uma aldeia onde foi recebido, com todas as honras pelo chefe. No largo da aldeia, tendo como cenário, ao fundo, um templo dos mais belos que tinhamos visto e sobre o qual incidia a luz do luar, que o iluminava todo, havia, a um dos lados, um enorme «Warringin» ou «Bannyan-tree», árvore sagrada, junto da qual estavam sentados em círculo os figurantes, tendo no meio uma tosca lamparina de três bicos, sobre um pedestal de madeira, esculpido e pintado de diversas cores.

Uma lenta melopeia começa a ouvir-se, interrompida, de vez em quando, por uns recitativos em que cada figurante desempenha o seu papel.

Terminada aquela dança quiseram fazer-nos uma demonstração de outras, particulares àquela aldeia; as primeiras, executadas por virgens muito novas, de gestos simples e castos; as outras, por mulheres, com movimentos voluptuosos e olhares provocadores.

Uma coisa muito importante para os balineses é o seu afamado «kriss», punhal malaio, complemento indispensável da sua indumentária e que desempenha grande papel na sua vida.

Usam-no como arma de defesa e também como desporto, servindo-se dele numa espécie de dança-esgrima para a qual é necessária a máxima perícia e agilidade.

As mulheres balinesas são de uma beleza e distinção raras, o que muito justamente as tornou célebres em todo o mundo. A elegância e flexibilidade dos seus movimentos faz delas as mais hábeis e graciosas bailarinas orientais.

Muitas mais coisas interessantes poderia contar sobre aquela encantadora ilha sobre a minha curta estadia nela, mas é com grande melancolia e saudade que devo terminar, não sem dizer que me parece sentir o mesmo aroma inebriante e delicado das flores de «Tcampak» que tão docemente me acolhera á chegada.

Saindo dali segui rumo a Timor, onde permaneci alguns anos.

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publicado por umpovoarasca às 16:15

Terça-feira, 15.05.12

edadreVerdade (oculta 45) > Qual crise energética ?!!

NOTA DE REENVIO: SOBRE O MESMO ASSUNTO E CONFIRMANDO O QUE É AQUI REFERIDO, DEVE SER LIDO O CAPÍTULO "ESTARÁ O PETRÓLEO MESMO A CHEGAR AO FIM?" (in ALÉM ULTRA SECRETO, de Jim Marrs, Editora Lux-Citania - livro excepcional, a não perder)!
 
A Ser Verdade
 
 O Petróleo não é de origem fóssil, continua a ser gerado ininterruptamente pela Terra e é inesgotável

Artigo retirado de: «Qual crise energética?»

Foi-nos sempre dito que o petróleo é um combustível fóssil, que surgiu há 500 milhões de anos, tendo por origem a decomposição de plantas e animais mortos. Restos de organismos teriam sido aprisionados no fundo dos oceanos numa camada de lama e cobertos por outras camadas de solo, formando ao longo do tempo o petróleo.

Foi-nos sempre dito que a energia do sol é captada pelos seres vivos e que podemos libertar novamente essa energia armazenada há centenas de milhões de anos através da combustão do petróleo.

É-nos dito que as reservas de combustíveis fósseis, especialmente o petróleo, duram, no máximo, até cerca de 2060.

Outro factor, para além da extinção das reservas petrolíferas, é o momento em que a produção de petróleo atinge o seu cume, começando então a decrescer. Este ponto máximo da extracção petrolífera é chamado de "Peak-Oil" [Pico Petrolífero]. Como é em função deste pico que varia a oferta e a procura, este pode ter um papel crucial nos preços do petróleo.

O ponto máximo da extracção petrolífera ou "Peak-Oil" é o instante em que a taxa de extracção petrolífera atinge o seu máximo absoluto em todas as bacias petrolíferas. Este momento é alcançado quando tenha sido extraído metade de todo o petróleo passível de ser explorado.

O Pico Petrolífero

É afirmado que o ponto de extracção máximo já foi alcançado no passado e que vamos de encontro a uma crise energética. A prova desta esta afirmação, dizem-nos, é o aumento contínuo da cotação do petróleo, de 25 dólares o barril em 2002 para 134 dólares em 6/6/2008 (este artigo foi escrito nesta data).

Por este motivo, dizem-nos que a esperada lacuna energética deve ser suprida através de menor consumo e pela procura de outras alternativas, tal como energias renováveis. Devemos abandonar o petróleo o mais rapidamente possível, pois ele irá acabar em breve.

É-nos afirmado que o petróleo se formou há centenas de milhões de anos, que existe em quantidade fixa, e que quando tivermos extraído a última gota, terá acabado para sempre a era do petróleo.

Mas o que é que aconteceria se toda esta história não tiver nenhum fundamento e tudo não passar de uma lenda? O que seria se o combustível petróleo não fosse de origem fóssil, não proviesse de organismos extintos, mas fosse de outra natureza? E se o petróleo, afinal, existe em abundância e continua a ser formado ininterruptamente pela Terra? E se não existir nenhuma crise energética e nenhum "Peak-Oil"?
O Pico Petrolífero está Aqui
A afirmação de que haveria um ponto máximo na extracção do petróleo foi divulgada em pânico, já em 1919, embora nesse tempo ainda não se chamasse "Peak-Oil" (este é somente um novo rótulo). Naquele tempo, foi afirmado pelos "especialistas" que o petróleo só chegaria para os próximos 20 anos. O que aconteceu na realidade? Desde então, a data do fim do petróleo foi sempre impelida para o futuro, e hoje, 90 anos depois, temos ainda petróleo, embora a extracção e o consumo tenham vindo a aumentar todos os anos..

O Petróleo Abiótico (não fóssil)

De onde veio, no fim de contas, a história de que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos e seria, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta ideia pela primeira vez em 1757: "o petróleo surge de pequenos corpos de animais e plantas, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e transformam-se em petróleo após um período inimaginável". Não sabemos que observações o levaram a afirmar isso, simplesmente esta teoria nunca foi confirmada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades.

A teoria da origem do Petróleo como resultado da decomposição de restos de de plantas e animais

Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais ou plantas nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é unicamente uma crença sem qualquer base científica. Os geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil, não apresentaram ainda qualquer prova da transformação de organismos em petróleo.

Um dos elementos mais presentes sobre a Terra no nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarbonetos, a base para o petróleo.

A sonda espacial Cassini descobriu, ao passar próximo de Titan, a lua de Saturno, que ela está repleta de hidrocarbonetos líquidos. Mas não havendo lá vida para produzir os hidrocarbonetos, estes devem ser fruto de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atómica, o carbono possui a capacidade de formar moléculas complexas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas.
Daily Telegraph - Lagoas de hidrocarbonetos no planeta Titan


Aqui na Terra, as placas continentais flutuam sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre surgem, sob determinada temperatura, pressão e condições adequadas, grandes quantidades de hidrocarbonetos. A rocha calcária anorgânica é transformada num processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, e por isso sobem pelas fendas da Terra e acumulam-se sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.

O magma quente é o fornecedor de energia para este fenómeno geológico. O resultado dá pelo nome de petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas antes por um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece ininterruptamente. O petróleo é produzido continuamente.

Eis alguns dos argumentos mais relevantes que comprovam que o petróleo é de origem abiótica (não fóssil):

- O petróleo é extraído de grandes profundidades, ultrapassando os 13 km. Isso contradiz totalmente a tese dos fósseis, pois os restos dos seres vivos marinhos nunca chegaram a tais profundidades e a temperatura (elevadíssima) teria destruído todo o material orgânico.

- As reservas de petróleo, que deveriam estar vazias desde os anos 70, voltam a encher-se novamente por si mesmas. O petróleo fóssil não pode explicar este fenómeno. Só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra.

- A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Nunca existiu material vegetal e animal suficiente para ser transformado em tanto petróleo. Somente um processo de fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode explicar esta quantidade gigantesca.

- Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo é notório que elas surgem onde as placas tectónicas estão em contacto uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem inúmeras fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície.
Placas Tectónicas

 

 

- Em laboratório foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem formar-se no interior da Terra através de simples reacções anorgânicas - e não pela decomposição de organismos mortos, como é geralmente aceite.

 

 

- O petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão "fresco" no solo até hoje. As longas moléculas de carbono ter-se-iam decomposto. O petróleo que utilizamos é recente, caso contrário já se teria volatilizado há muito tempo. Isto contradiz o aparecimento do petróleo fóssil, mas comprova a teoria do petróleo abiótico.

 

 

Em 1970, os russos começaram a perfurar poços a grandes profundidades, ultrapassando os 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Iukos, perfuraram mais de 310 poços e extraem de lá petróleo. No último ano, a Rússia ultrapassou a extracção do maior produtor mundial, a Arábia Saudita.

 

 

Os russos dominam a complexa técnica de perfuração profunda há mais de 30 anos e exploram inesgotáveis reservas de petróleo das profundezas na Terra. Este facto é ignorado pelo Ocidente. Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais de que o petróleo seria o fruto de material orgânico decomposto.

 

Nos anos 40 e 50, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se reenchiam por si próprias e por baixo. Chegaram à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde se acumula. Puderam comprovar isso através das perfurações profundas.

 

Entretanto, nos anos 90, a Rússia estava de tal modo

à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda, que Wall Street e os bancos Rockfeller e Rothschild forneceram dinheiro a Michail Chodorkowski com a missão de comprar a empresa Iukos por 309 milhões de dólares, a fim de obter o know-how da perfuração a grande profundidade.

Michail Chodorkowski mandado prender por Putin

Pode-se agora perceber por que é que o presidente Wladimir Putin fez regressar a Iukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era decisivo economicamente para a Rússia, e Putin expulsou e prendeu alguns oligarcas russos.

Entretanto, os chamados "cientistas", os lobistas, os jornalistas a soldo e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo está a chegar, porque supostamente a produção já atingiu o seu pico e agora está a decrescer. Naturalmente, a intenção é criar um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso obter lucros gigantescos.

Sabe-se agora que o petróleo pode ser explorado praticamente em toda a parte, desde que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Qualquer país se pode tornar independente em matéria de energia. Simplesmente, os donos das petrolíferas querem países dependentes e que paguem caro pelo petróleo importado.

A afirmação de que existe um máximo na extracção de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira da elite global. Trata-se de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle.

Aliás, é absolutamente claro para todos que o Iraque foi invadido por causa do petróleo. Somente, não foi para extrair o petróleo, mas, pelo contrário, para evitar que o petróleo iraquiano inundasse o mercado e os preços caíssem. Antes da guerra, o Iraque extraía seis milhões de barris por dia e hoje não chega a dois milhões. A diferença foi retirada do mercado. Saddam Hussein ameaçou extrair quantidades enormes de petróleo e inundar o mercado.

Tal significou a sua sentença de morte e, por esse motivo, o Iraque foi atacado e Saddam enforcado. Agora os EUA têm lá tropas permanentemente. Ninguém tem licença para explorar o petróleo do país com a segunda maior reserva petrolífera do mundo. Por isso o Irão, com a terceira maior reserva petrolífera do mundo, é agora também ameaçado por querer construir «armas de destruição massiva».

 

Soldado americano junto aos campos petrolíferos de Rumaylah no Iraque

 

 

lélio magalhães pinto de oliveira

 

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publicado por umpovoarasca às 09:55

Segunda-feira, 14.05.12

Quem foi Osama? Quem é Obama?

Enquanto o presidente e supremo comandante dos Estados Unidos da América, Barack Hussein Obama "celebra" o primeiro aniversário da alegada morte de bin Laden, mantém-se inalterada a questão de fundo de QUEM FOI OSAMA BIN LADEN. (Remarks by President Obama in Address to the Nation from Bagram Air Base, Afghanistan.)

Cheio de mentiras e invenções, o discurso cuidadosamente elaborado do presidente Obama encerra um mundo de total fantasia, em que os "maus da fita" estão à espreita e "conspiram actos de terrorismo". Entretanto, diz-se que os "jihadistas" estão a ameaçar a civilização ocidental.

Cada uma de todas as afirmações do discurso de 1º de Maio de Obama na base da Força Aérea de Bagram, relativas ao papel da Al Qaeda, é uma invenção: (abaixo damos excertos das Notas de Obama em itálico, os comentários do autor estão indicados entre parênteses rectos.
 Foi aqui, no Afeganistão, que Osama bin Laden instalou um porto seguro para a sua organização terrorista. [ Osama foi recrutado pela CIA , a Al Qaeda foi montada com o apoio da CIA. O porto seguro de Osama foi protegido pelos serviços secretos dos EUA].

Foi para aqui, no Afeganistão, que a al Qaeda trouxe novos recrutas, os treinou e congeminou actos de terrorismo. [Os Mujahideen foram recrutados e treinados pela CIA. A Arábia Saudita, aliada da América, financiou as escolas corânicas Wahabbi, Ronald Reagan elogiou os Mujahideen como "Combatentes pela Liberdade". Sem o público americano saber, os EUA divulgaram os ensinamentos da jihad islâmica em manuais "Made in America", elaborados na Universidade de Nebraska ].

Foi aqui, a partir destas fronteiras, que a Al Qaeda lançou os ataques que mataram aproximadamente 3000 homens, mulheres e crianças inocentes.

[Obama refere-se aos ataques do 11/Set. Até hoje não há provas de que a Al Qaeda tenha estado envolvida nisso. Além disso,como confirmado pela CBS News, a 10 de Setembro de 2001, Osama bin Laden deu entrada num hospital militar paquistanês em Rawalpindi por especial favor do Paquistão, aliado da América . Terá coordenado os ataques de 11/Set a partir da sua cama no hospital?]

E assim faz agora 10 anos, os Estados Unidos e os nossos aliados entraram em guerra para garantir que a al Qaeda nunca mais poderia usar este país para lançar os seus ataques contra nós. [Os ataques do 11/Set foram a justificação para a guerra no Afeganistão, com base na "auto defesa". Dizia-se que o Afeganistão abrigava a Al Qaeda e portanto era cúmplice num descarado acto de guerra contra os EUA.

A verdade é que o governo dos talibãs por duas vezes nas semanas que se seguiram ao 11/Ser ofereceram-se (através dos canais diplomáticos) para entregar Osama bin Laden ao sistema judicial dos EU. O presidente George W. Bush recusou a oferta do governo talibã, alegando que a América "não negoceia com terroristas".

A NATO entrou em guerra invocando o Artigo Cinco do Tratado de Washington: um acto de guerra contra um membro da NATO é considerado um acto de guerra contra todos os membros da NATO ao abrigo da doutrina da segurança colectiva].

Apesar do êxito inicial, por uma série de razões, esta guerra demorou mais do que o inicialmente previsto. Em 2002, bin Laden e os seus lugares-tenentes escaparam pela fronteira e estabeleceram um porto seguro no Paquistão. A América passou quase oito anos a travar uma outra guerra no Iraque. E os aliados extremistas da al Qaeda no seio dos talibãs travaram uma brutal insurreição. [O paradeiro de Osama bin Laden foi sempre bem conhecido dos serviços secretos dos EUA. O presidente Obama transmite a ilusão de que as forças dos EUA-NATO e os seus operacionais de informações não conseguiam encontrar bin Laden. Nas palavras do antigo secretário da Defesa, Donald Rumsfeld (2002), "é como procurar uma agulha num palheiro".

O presidente Obama também sugere que os operacionais do Al Qaeda, equipados com mísseis Stinger e Kalashnikovs, tinham conseguido superar a máquina militar de muitos milhões de milhões de dólares dos EUA-NATO].

Mas nos últimos três anos, a maré mudou. Quebrámos a dinâmica dos talibãs. Montámos fortes forças de segurança afegãs. Destruímos a liderança da al Qaeda, eliminando 20 dos seus 30 líderes de topo. E há um ano, a partir duma base aqui no Afeganistão, as nossas tropas lançaram a operação que matou Osama bin Laden. [Muito se tem escrito sobre esta questão. Não há provas quanto à identidade da pessoa que foi alegadamente morta pelas Forças Especiais SEAL. Nas palavras de Paul Craig Roberts, "A história do governo dos EUA sobre bin Laden foi tão mal cozinhada que não demorou 48 horas a ser alterada profundamente…" ]

A meta que estabeleci – derrotar a al Qaeda e impedir qualquer hipótese de ela se reconstituir – está agora ao nosso alcance. [Há muitos indícios de que a Al Qaeda, enquanto "trunfo secreto" patrocinado pelos EUA está "viva e a mexer-se". Desde 11 /Set, a Al Qaeda evoluiu para uma entidade multinacional com "filiais" em diversos lugares quentes geopolíticos por todo o mundo.

Na Líbia e na Síria, brigadas da Al Qaeda são os soldados de infantaria da aliança militar EUA-NATO.

Onde quer que o aparelho militar e de informações dos EUA esteja instalado, a Al Qaeda está presente:

A Al Qaeda no Iraque, a Al Qaeda na Península Arábica (AQAP), o Grupo de Combate Islâmico da Líbia (GCIL), o Al Shaabab (Somália), a Al Qaeda no Magreb Islâmico, o Jaish-e-Mohammed (JEM) (Exército de Maomé) (Paquistão), a organização Jemaah Islamiya (JI) (Indonésia), o Movimento Islâmico do Uzbequistão, etc. (Ver Organizações Terroristas Estrangeiras do Departamento de Estado dos EUA, Conselho de Segurança das Nações Unidas, Lista de indivíduos, grupos, empresas e outras entidades associadas com a Lista de Sanções Al-Qaida ).

Ironicamente, em todos estes países, os serviços de informações dos EUA coordenam abertamente as actividades dos grupos filiados da Al Qaeda. Oficialmente, o contraterrorismo consiste em combater a jihad islâmica. Não oficialmente, por meio de operações secretas, os serviços secretos ocidentais apoiam os seus "trunfos" incluindo entidades terroristas da lista do Departamento de Estado dos EUA .

Além disso, estas diversas organizações terroristas estão hoje a ser usadas em operações militares secretas EUA-NATO contra países soberanos (por ex: Líbia e Síria). Segundo fontes dos serviços de informações israelenses:

"Entretanto, na sede da NATO em Bruxelas e no supremo comando turco estão a ser traçados planos para o seu primeiro passo militar na Síria, que é armar os rebeldes com armas para combater os tanques e os helicópteros com a intenção de dissolver o contestado regime de Assad. Em vez de repetir o modelo líbio de ataques aéreos, os estrategas da NATO estão a pensar mais em termos de injectar grandes quantidades de foguetões anti-tanques e anti-aéreos e metralhadoras pesadas nos centros de protesto para vencer as forças blindadas do governo". (DEBKAfile, NATO vai fornecer aos rebeldes armas anti-tanque, 14/Agosto/2011)]

Ronald Reagan conversa com combatentes Mujahideen pela Liberdade.

Quem é ou era Osama?

Um "trunfo dos serviços secretos", nomeadamente um instrumento da CIA para justificar a "Guerra Global contra o Terrorismo".

Vale a pena recordar que a 14 de Setembro de 2001, tanto a Câmara como o Senado adoptaram a resolução histórica que autorizou o presidente a "perseguir" países que " ajudaram os ataques terroristas [de 11/Set]". O presidente está autorizado a usar toda a força necessária e adequada contra as nações, organizações, ou pessoas que considerar que planearam, autorizaram, praticaram, ou ajudaram os ataques terroristas que ocorreram a 11 de Setembro de 2011, ou albergaram essas organizações ou pessoas, a fim de impedir quaisquer actos futuros de terrorismo internacional contra os Estados Unidos por essas nações, organizações ou pessoas.

Actualmente, em 2012, há amplos indícios de que:

1) A Al Qaeda não esteve por detrás dos ataques do 11/Set ao World Trade Centro e ao Pentágono.

2) Também há indícios pormenorizados de que organismos do governo dos EU e da NATO continuam a apoiar e a "albergar essas organizações" [a Al Qaeda e suas organizações afiliadas]. Na Líbia, os rebeldes "pró-democracia" foram liderados por brigadas paramilitares da Al Qaeda sob a supervisão das Forças Especiais da NATO. A "Libertação" de Tripoli foi levada a efeito por "antigos" membros do Grupo de Combate Islâmico da Líbia (GCIL). Os jihadistas e a NATO trabalharam de mãos dadas. Essas "antigas" brigadas afiliadas da Al Qaeda constituem a espinha dorsal da rebelião "pró-democracia ".

3) Há indícios crescentes de que as torres do WRC foram deitadas abaixo através de demolição controlada, levantando a hipótese de cumplicidade e encobrimento no seio do governo dos EU, dos serviços secretos e militares. (Ver os escritos de Richard Gage, Undisputed Facts Point to the Controlled Demolition of WTC 7 , Global Research, Março 2008. Ver também o vídeo, Richard Gage Controlled Demolitions Caused the Collapse of the World Trade Center (WTC) buildings on September 11, 2001, Global Research)

Quem é Obama?

Um mentiroso político e um criminoso de guerra

Os discursos escritos de Obama são distorções descaradas. As realidades são viradas de pernas para o ar. Os actos de guerra são apregoados como operações de paz…

Ironicamente, o texto da resolução do Congresso de 14 de Setembro de 2001 (ver acima) não exclui acção judicial e investigação criminal dirigida contra patrocinadores dos EUA-NATO de terrorismo internacional, incluindo o presidente Obama, que utilizaram os trágicos acontecimentos do 11/Set como pretexto para travar uma "guerra sem fronteiras" ao abrigo da bandeira humanitária da "Guerra Global contra o Terrorismo".

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publicado por umpovoarasca às 14:12

Segunda-feira, 14.05.12

Aids em Cuba: The New York Times não quer, mas admite o sucesso cubano

Sucesso de Cuba em conter epidemia decorre em parte das duras medidas do passado e do sistema de saúde universal.

Yudelsy Garcia O'Connor, o primeiro bebê a ter nascido com aids em Cuba, não está apenas viva. Ela é uma jovem vibrante e engraçada que, aos 25 anos, se divorciou recentemente, mas espera se casar de novo e ter filhos.

Seu pai morreu de aids quando ela tinha 10 anos, sua mãe quando ela tinha 23. Ela mesma chegou perto de morrer na juventude. "Não tenho medo da morte", disse. "Sabia que ela poderia bater na minha porta a qualquer momento. Ela vem para todos. Mas tomo meu remédio."

Yudelsy está viva em parte graças à intensidade com que Cuba tem atacado a epidemia de aids que aflige o país. Sejam quais forem as críticas às táticas duras do governo no início da epidemia - até 1993 todos os soropositivos eram forçados a viver em quarentena - não há dúvida de que houve resultado. Cuba agora tem uma das menores epidemias do mundo, menos de 14.038 casos. Sua taxa de infecção é de 0,1%, um sexto da taxa registrada nos Estados Unidos e um vigésimo da registrada no Haiti.

A população de Cuba é apenas ligeiramente maior do que a de Nova York. Nas três décadas da epidemia global de aids, 78.763 nova-iorquinos morreram por causa da doença. Apenas 2.364 cubanos tiveram o mesmo destino.

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publicado por umpovoarasca às 14:00

Segunda-feira, 14.05.12

Partido de Merkel sofre derrota histórica em pleito regional alemão

O partido da chanceler Angela Merkel sofreu neste domingo uma derrota histórica nas eleições da Renânia do Norte-Vestfália, o Estado mais populoso da Alemanha e um dos mais importantes no cenário político do país.

Resultados preliminares indicam que o CDU, de Merkel, recebeu menos de 26% dos votos, contra 35% na eleição passada. Trata-se do pior desempenho do partido na história do Estado.

Acredita-se que o resultado possa impactar o cenário eleitoral do ano que vem, quando a Alemanha realiza eleições nacionais e Merkel pode tentar um terceiro mandato consecutivo.

A queda no apoio a Merkel está sendo atribuído a vários fatores, entre eles o apoio da chanceler alemã às políticas de disciplina fiscal europeias e aos pacotes de resgate a países endividados, como Grécia e Espanha.

Merkel é considerada a principal defensora das medidas de austeridade de gastos em toda a Europa, e as eleições estaduais estariam colocando sua popularidade à prova.

A mensagem dada nas urnas na Renânia do Norte-Vestfália seria semelhante a de eleitores na França e na Grécia, que na semana passada rejeitaram políticos que defendem a austeridade fiscal.

Coligação

A Renânia do Norte-Vestfália possui um forte peso no PIB nacional. Historicamente, a política no Estado sempre teve influência no cenário nacional.

O principal vencedor do pleito estadual foi o Social Democrata (SPD) - principal representante da oposição -, com 39% dos votos. É possível que o partido repita sua coalizão com o Partido Verde, que ficou em terceiro colocado na eleição.

Recentemente, o partido de Merkel e o FDP, sigla que integra a coalizão que governa a Alemanha, foram derrotados em eleições no Estado de Schleswig-Holstein. O resultado foi o pior do CDU em 50 anos naquela região.

As eleições da Renânia do Norte-Vestfália foram convocadas em março, depois que a coalizão de governo Estadual formada pelo SPD e pelo Partido Verde quase fracassou na tentativa de aprovar o orçamento estadual.

Apesar disso, a candidata do SPD, Hannelore Kraft, era favorita contra seu rival do CDU, Norbert Roettgen, que é ministro do Meio Ambiente no governo Merkel.

Kraft enfatizou que quer fortalecer comunidades locais que estão em dívida, ao investir em educação e estímulo a empresários. Já Roettgen acusou o SPD de ser fiscalmente irresponsável. Durante a campanha, ele promoveu passeatas com uma "montanha inflável", que representava a dívida enorme do Estado.

O resultado das eleições de domingo não deve alterar o equilíbrio de poder em nível nacional, mas pode sinalizar o começo de uma mudança na política alemã.

Analistas também estão de olho no desempenho do Partido Pirata, uma agremiação política que pede maior transparência e liberdade na internet. O movimento tem ganho força recentemente na Alemanha.

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publicado por umpovoarasca às 11:46

Domingo, 13.05.12

Alemanha considera medidas para Grécia crescer, diz ministro das Finanças

BERLIM, 12 Mai (Reuters) - A Alemanha está disposta a considerar a adoção de medidas adicionais para promover o crescimento da Grécia, mas a cambaleante economia grega teria de prosseguir com as reformas pactuadas, disse o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schaeuble, em entrevista à revista Welt am Sonntag, divulgada neste sábado.

"Se os gregos têm ideia do que poderíamos fazer a mais para promover o crescimento, nós sempre podemos conversar e pensar sobre isso" afirmou Schaeuble, segundo a publicação. "Mas, no final, trata-se de tornar a Grécia competitiva novamente, permitindo que a economia cresça e abrindo caminho de novo para os mercados financeiros".

"Isso requer que as reformas fundamentais, pactuadas, sejam realizadas, do contrário o país não tem perspectivas."

Na sexta-feira, a Alemanha informou que apoiava um "pacto de crescimento" europeu, num esforço para conter as críticas de que sua insistência na austeridade agravou a crise da dívida grega.

Mas as autoridades alemãs também disseram à Grécia que a permanência na zona do euro é sua única opção e que o país não pode deixar a austeridade de lado se pretende obter recursos internacionais.

"Posso entender bem os gregos¿ eles estão sofrendo muito. Não há caminho confortável para a Grécia", declarou o ministro. "Não há solução melhor. A Grécia tem de mostrar agora se tem o poder para obter as maiorias necessárias para isso."

TURBULÊNCIA

A Grécia mergulhou em um período turbulento depois que a extrema esquerda e a extrema direita obtiveram bons resultados na eleição geral, na qual os partidos até então dominantes - e que apóiam o doloroso pacote de resgate da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional -perderam a maioria no Parlamento.

Mas a Alemanha, principal contribuinte da zona do euro, e a Comissão Europeia têm repetidamente insistido que a Grécia tem de prosseguir com os aumentos de impostos e cortes de despesas públicas se quiser continuar a receber recursos, como parte do pacote de ajuda de 130 bilhões de euros.

Schaeuble afirmou que a Alemanha não quer que a Grécia deixe a zona do euro, mas também não poderia forçar o país a permanecer no bloco monetário.

"Claro que não queremos que a Grécia saia. Isso está muito claro e é algo inequívoco. Mas nós seríamos um governo estranho se não estivéssemos nos preparando para todos os cenários imagináveis, para então estarmos aptos a conduzi-lo, incluindo situações que não seriam fáceis para a Europa."

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publicado por umpovoarasca às 15:29

Domingo, 13.05.12

Participação remetida à ERC "Entidade Reguladora da Comunicação Social

Pedro Passos Coelho

 
 
        Disseste há pouco tempo na Assembleia da República, interpelado por um deputado da oposição, que as escolhas que fazias não eram partidárias mas sim pela elevada competência dos escolhidos.
 
        É pura mentira e o teu governo é prova disso, tal a incompetência e oportunismo dos teus ministros, escolhidos pelas ligações à direita e extrema direita.

 
        Em Março deste ano foi escolhido pelo teu governo para integrar os quadros da Autoridade para a Comunicação Social, Carlos Magno Freitas, um social democrata corrupto e oportunista, aprendiz de jornalista e fundador da estação televisiva Porto Canal, que ficava sempre em primeiro lugar ou entre os cinco primeiros num passatempo dominical no Jornal de Notícias "FOTOQUIZ", e que consistia numa foto de um monumento ou prédio da cidade do Porto do qual o jornal publicava a fotografia de um ínfimo pormenor que tinha de ser descoberto pelos leitores.

 
         Lembro-me de um, igual ao de um azulejo da casa onde vivo disseminado por muitos prédios da cidade e que eu julgava ser do meu prédio. Estranho o critério adoptado por serem muitos os azulejos com aquele pormenor e Carlos Magno Freitas acertou em cheio.

 
        Só podia ser com a ajuda de alguém dentro do jornal e essa colaboradora corrupta teve a infeliz ideia de me desafiar a provar o que dizia. Não precisei porque as provas eram evidentes. 

 
        Não sei quando começou o concurso e foi a partir de Janeiro de 2009 que me apercebi que os vencedores eram quase sempre os mesmos.

 
        O concurso terminou em Julho de 2011, talvez pela minha insistência junto do jornal, pois já se estava a tornar um escândalo. Em 16 semanas Carlos Magno Freitas descobriu 12 e só não fez o pleno porque eu questionei o Jornal de Notícias por ser sempre ele a ganhar. Tinha de ter dentro do jornal alguém que lhe passava as soluções. 

 
        Respondeu-me a ERC na pessoa de um tal Telmo Gonçalves, escudando-se em prazos e decretos que para mim não têm qualquer valor, que nada podia ser feito.

 
        Podia, devia, e deve ser feito.

 
       Se te deres ao cuidado de folhear a Notícias Magazine, publicada ao domingo, cuja directora é uma mulher, Catarina Carvalho, uma jornalista que adora viajar pelo mundo, ligar-se à fina flor do entulho, facilmente verificarás que 50% é publicidade, quase toda dedicada às mulheres, e desta percentagem 95% é perfumaria, moda, artigos para o lar. 

 
       Teve o descaramento de dedicar uma revista fora do formato habitual exclusivamente à moda em detrimento de outros temas, para um universo de talvez 10% de leitores.

 
       Telmo Gonçalves e a ERC não viram isto?  

 
       Nada tenho contra a publicidade e é dela que os jornais pagam as suas despesas. 

 
      Que confiança me pode dar o governo do meu país ao colocar num cargo de grande responsabilidade um oportunista, mentiroso, corrupto e corruptor como tu?

 
      Pobre Portugal que foi assaltado por um bando de sanguessugas que levaram o seu povo à miséria para benefício de alguns.

 
      Vou enviar-te de seguida os email que troquei com o concurso.

«PS: Se precisarem de mais imagens, há mais em «armazém»

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publicado por umpovoarasca às 09:29



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